
Eu gostaria de me lembrar do dia em que a conheci, mas na verdade, acho que não a compreendi até o dia que ela se foi, quase trinta anos de convivência.
Me lembro dos dias em que ela carregava o Bruno, ainda bebê, com tanto carinho; e me lembro dos dias em que o Bruno, já adulto, a carregava com o mesmo carinho, quando ela quebrou o pé, escorregando em uma sacola plástica...
Me lembro do dia em que ela tricotava com tanta dedicação uma polaina de lã nos dias de inverno, e da busca por pedrinhas verdes pra fazer a biju na formatura da Faculdade da Alessandra, e me lembro também da mesma dedicação em que a Alessandra inventava um bom cardápio com horários precisos, para intercalar com os medicamentos...
Me lembro da delicadeza com que ela fazia os cachinhos no meu cabelo...
Me lembro dos seus lindos cabelos cacheados e cor de chocolate voando, quando ela subia e descia as escadas do apartamento com sacolas de lã e ágil para fazer uns sapatinhos para a Giovana que estava na minha barriga...
Me lembro de teu cheiro, das tuas mãos de unhas sempre bem feitas, de teus pés pequenos, de suas pernas bem feitas...
Me lembro do chá com as tias.... uma farra, cada dia na casa de uma.
Me lembro do dia em que ela me ensinou a passar pancake, lápis e batom...
Me lembro do número de sapatos lindos e de maioria brilhante, para estar sempre linda no bailes da vida. E o número de grilos (animal) que tirei de dentro da sua casa, pois ela tinha verdadeiro pavor desses bichos...
Aprendi com ela que minhas orações não a livraram da morte, mas com certeza, ajudaram na sua salvação perante Deus.
Mas isso é apenas um pouquinho das pequenas e deliciosas lembranças que essa guerreira deixou no meu coração.
Me lembro dos dias em que ela carregava o Bruno, ainda bebê, com tanto carinho; e me lembro dos dias em que o Bruno, já adulto, a carregava com o mesmo carinho, quando ela quebrou o pé, escorregando em uma sacola plástica...
Me lembro do dia em que ela tricotava com tanta dedicação uma polaina de lã nos dias de inverno, e da busca por pedrinhas verdes pra fazer a biju na formatura da Faculdade da Alessandra, e me lembro também da mesma dedicação em que a Alessandra inventava um bom cardápio com horários precisos, para intercalar com os medicamentos...
Me lembro da delicadeza com que ela fazia os cachinhos no meu cabelo...
Me lembro dos seus lindos cabelos cacheados e cor de chocolate voando, quando ela subia e descia as escadas do apartamento com sacolas de lã e ágil para fazer uns sapatinhos para a Giovana que estava na minha barriga...
Me lembro de teu cheiro, das tuas mãos de unhas sempre bem feitas, de teus pés pequenos, de suas pernas bem feitas...
Me lembro do chá com as tias.... uma farra, cada dia na casa de uma.
Me lembro do dia em que ela me ensinou a passar pancake, lápis e batom...
Me lembro do número de sapatos lindos e de maioria brilhante, para estar sempre linda no bailes da vida. E o número de grilos (animal) que tirei de dentro da sua casa, pois ela tinha verdadeiro pavor desses bichos...
Aprendi com ela que minhas orações não a livraram da morte, mas com certeza, ajudaram na sua salvação perante Deus.
Mas isso é apenas um pouquinho das pequenas e deliciosas lembranças que essa guerreira deixou no meu coração.
Texto: Elvira, uma aliada muito forte nesse blog, também neta da Vó Queta.
Vi, eu adorei seu texto! Fiquei emocionada...obrigada do fundo do coração.
ResponderExcluirTe amo
Ale